Foi preciso colocar uma tonelada de sal para combater um grande foco de proliferação do aedes aegypti formado em antiga fábrica têxtil, no Presidente Kennedy, em Fortaleza. A área, com mais de 130 mil m², atualmente sem uso, seria capaz de infectar cerca de 300 mil pessoas. “Não teríamos agentes sanitários suficientes para combater. O jeito foi colocar sal”, explica o secretário da SMS, Alex Mont’Alverne.
Ontem, 12 agentes da Divisão de Controle Químico de Vetores fizeram a aplicação no sistema subterrâneo de tanques e calhas antigamente utilizado para exaustão, mas que agora só acumulava água. A aplicação do sal tem como objetivo eliminar as larvas do mosquito transmissor da dengue, que se desenvolvem em água parada.
“O sal queima a carapaça tanto da larva como da pupa, evitando que elas venham a se desenvolver e se tornem mosquitos adultos”, afirma o chefe da Divisão de Controle Químico de Vetores, Carlos Clayton.
Essa é uma solução de curto prazo. Para resolver definitivamente o problema, a empresa dá andamento ao processo de autorização para demolição do prédio. (VG)
Falta de leitos e médicos prejudica combate a possível epidemia
ResponderExcluirFonte: O POVO Online/OPOVO/Fortaleza.
Sesa e SMS encaram a chance real de epidemia de dengue no Estado. Estudos apontam que a maior incidência será da dengue tipo 1 e as crianças serão as principais vítimas. Em Fortaleza foi verificada epidemia em outubro