quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mil quilos de sal minimizam infestação em fábrica

Espaço está desativado e pode infectar até 300 mil pessoas (MAURI MELO)
Espaço está desativado e pode infectar até 300 mil pessoas (MAURI MELO)

Foi preciso colocar uma tonelada de sal para combater um grande foco de proliferação do aedes aegypti formado em antiga fábrica têxtil, no Presidente Kennedy, em Fortaleza. A área, com mais de 130 mil m², atualmente sem uso, seria capaz de infectar cerca de 300 mil pessoas. “Não teríamos agentes sanitários suficientes para combater. O jeito foi colocar sal”, explica o secretário da SMS, Alex Mont’Alverne.

Ontem, 12 agentes da Divisão de Controle Químico de Vetores fizeram a aplicação no sistema subterrâneo de tanques e calhas antigamente utilizado para exaustão, mas que agora só acumulava água. A aplicação do sal tem como objetivo eliminar as larvas do mosquito transmissor da dengue, que se desenvolvem em água parada.

“O sal queima a carapaça tanto da larva como da pupa, evitando que elas venham a se desenvolver e se tornem mosquitos adultos”, afirma o chefe da Divisão de Controle Químico de Vetores, Carlos Clayton.

Essa é uma solução de curto prazo. Para resolver definitivamente o problema, a empresa dá andamento ao processo de autorização para demolição do prédio. (VG)


Um comentário:

  1. Falta de leitos e médicos prejudica combate a possível epidemia

    Fonte: O POVO Online/OPOVO/Fortaleza.

    Sesa e SMS encaram a chance real de epidemia de dengue no Estado. Estudos apontam que a maior incidência será da dengue tipo 1 e as crianças serão as principais vítimas. Em Fortaleza foi verificada epidemia em outubro

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